PRECONCEITO – É POSSÍVEL COMBATER

 

A palavra preconceito está relacionado à “que se refere à construção ideal do ser”; pré- algo já existente, podemos dizer que “algo que já existia de um conceito que não se compreende”

Vivemos em um mundo, enraizado de preconceitos, velados ou expostos, em uma sociedade que precisa antes de tudo entender, a beleza de sua diversidade; e pautar as diferenças como ponto de amadurecimento e crescimento. Entender para desmistificar, entender para transformar; por que o preconceito é possível se combater, depois de se entender as diferenças.

Estamos falando aqui, daquelas diferenças que enxergarmos, nas bases do julgamento, como acreditar que o outro diferente pode ser melhor ou pior que nós, devido a diferenças, de sexo, de cor, de ideologias? É preciso olhar para as diferenças e aceitar que elas, transformam um meio, e amplia uma convivência otimizada entre as pessoas.

Quando não aprendemos aceitar e acolher as diferenças do outro, elas “as diferenças” faz com que olhamos para o outro , mas não enxergamos realmente quem o outro é; e consequentemente não se tem uma visão clara do que se é, já que esse olhar está relacionada, ao outro como um olhar de julgamento e quando se julga já se declara ser o outro “pior que você”; e enxergar o outro pior só por que ele é diferente, da sua cor, da sua etnia, do seu sexo, isso passou a ser uma questão para as autoridades resolver; já que a estrutura sociológica do nosso povo não permitiu resolver com a  educação.

Entendemos o preconceito como uma doença cultural; o preconceito é possível de se combater para que a vida possa fazer algum sentido real e humano, é preciso se libertar dessa terrível doença chamada preconceito, é possível combater; para que sejamos livres para pensar, nos manifestar, igualmente sem distinção.

Pesquisa já comprovaram que 90% da população Brasileira reconhece que existe preconceito no Brasil, embora cerca de só 3% se julguem preconceituosos, ou seja, traduzindo: “o pior cego é aquele que não quer ver”.

Embora por muito tempo tenha se acreditado que cada tipo étnico tenha se desenvolvido independentemente, o que justificaria a existência de uma raça superior, mais inteligente, mais forte etc.  Estudos recentes comprovam que brancos, negros, índios e amarelos são todos parentes, apesar da diferença de cor e traços. Jamais encontraram genes que pudessem ser considerado característicos de uma única população por mais isolada que ela fosse.

A recusa do estranho que significa censurar e excluir tudo que não é compatível com a sua cultura, deveria ser o fascínio, a admiração pelo diferente.

Já deveríamos ter banido o preconceito da nossa lista de problemas e de desafios, que são muitos e podemos optar por não ser preconceituosos, afinal só nos traz, violência, dor e sofrimento.

Ainda é muito amplo o conceito associados às diferenças que existem no mundo, e que o preconceituoso atribui a um juízo de valor.  Seja classe social, a cultura, a religião, a etnia, (a cor da pele), a preferência sexual, dentre outros.

Muito comum se praticar bullying na escola fazendo piadas sobre o deficiente físico. E quantas piadas de mal gosto, citando os negros, ou as loiras.

Vale ressaltar que todos os tipos de preconceito geram violência física ou verbal e estão relacionados à irracionalidade e a ignorância associada a uma ideologia.

Precisamos saber lidar com as diferenças, quase sempre nós mesmo somos culpados por algumas situações, se não queremos que aumente os casos de preconceito temos que saber lidar com as diferenças e educar nossas crianças; as escolas precisam ensinar de forma mais sistemática para o combate do preconceito; desde o preconceito racial, ao idoso, as mulheres, os homossexuais, em fim dar um basta a toda forma de preconceito as diferenças.

Além de educar, devemos denunciar toda forma de preconceito, é possível combater, com educação, conhecimento e respeito!

 

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