COMBATE À POBREZA – UMA CAUSA EFETIVA

 

A pobreza aumenta no Brasil, o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, (PNUD); publica em março deste ano (2017); os Índices do Desenvolvimento Humano (IDH), baseados nos anos de 2015 e 2016; no relatório, consta que apesar do Brasil ter se desenvolvido em algumas aéreas, muitos dos grupos sociais não atingem o crescimento esperado, ficando em extrema pobreza, entre eles grande número de mulheres.

O relatório consta que além da desigualdade humana há a desigualdade de gêneros que contribui e muito para essa estancada no desenvolvimento. Cada vez mais a desigualdade humana entre pobres e ricos, aumentam. Levando o Brasil a despencar no Ranking do desenvolvimento humano em 19%.

Nas pesquisas encontra-se até 4 gerações de uma mesma família e na maioria mulheres; sem estudos, trabalho, moradia e tratamento de saúde adequados, vivendo em condições precárias de extrema pobreza.

Os documentos do Relatórios do Desenvolvimento Humano (RDH), publica as políticas e meios para que a população que vive em extrema pobreza possa ser contemplada diminuindo a desigualdade:

 

  1. I) Piso de proteção social;
  2. II) Políticas de ação afirmativa

III) Desenvolvimento humano sustentável (assegurar que as pessoas não voltem a situação de pobreza);

  1. IV) Participação e autonomia dos excluídos (assegurar os tratados dos Direitos Humanos)

 

Não podemos falar de Combate à pobreza sem esperar que os responsáveis por dirigir o País, se apressem em abraçar essa causa de forma efetiva, que precisa acontecer em uma luta pela desigualdade entre ricos e pobres.

Quando pensamos nessa desigualdade, enfrentamos a dura realidade de um País tomado pela corrupção, aonde os dirigentes que deveriam estar empenhados em combater a pobreza; estão preocupados em se defender e fugir das acusações por aumentar essa desigualdade.

São números assustadores de pessoas em extrema pobreza e mais assustadores são os números de fraudes, quantia em dinheiro dentro de maletas à serviço da corrupção, empobrecendo os cofres públicos; e a esperança de um povo.

 

Os parâmetros do Índice para medição do progresso de uma nação são avaliados a partir do conjunto de três grandezas: renda, saúde e educação.

 

Uma nação ocupada na conscientização das avaliações reais dos princípios para a causa do combate à pobreza conseguirá interferir em todas as formas de desigualdade, que o seu país enfrenta,

Levando em conta que a desigualdade humana, é um traço sociológico em todas as nações existente; no caso do Brasil, um pais conhecido por suas riquezas naturais e pela força de trabalho da sua população deveria ser exemplo de transformação social e promoção humana; desde que o pensamento humano fosse transformado por ações coletivas do bem comum.

Podemos refletir em ações coletivas que nos levassem a prática das interferências positivas, modificando uma sociedade, primeiro em nossos pequenos grupos familiares, estendendo aos escolares, aos grupos sociais de convívio comum e assim, estendendo a transformação em escalas maiores, dispostos não apenas em combater a pobreza, mas combater todas as formas de desigualdade humana e sociais.

Parece um pouco utópico, mas o que e a utopia senão, um deslumbramento de coisas que pensamos ser impossíveis até o momento que se tornam realidade!

 

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